10/08/2008 04:37

enviada por Dennys
20/06/2008 02:48
As últimas notícias do mercado, cotações, vagas e oportunidades na área comercial você encontra em: www.rg9.org. A casa do representante comercial, anúncios gratuitos de vagas e oportunidades para representantes e vendedores; Banco de talentos profissionais na área, você encontra em: www.rg9.org.
Redirecionamento e sub-domínios gratuitos, código das cores em html, desenvolvimento para web e comunicação digital, dicionário e glossário de termos de publicidade marketing e internet... Você encontra em: www.rg9.org
VISITE: www.rg9.org
enviada por Dennys
11/07/2007 18:51
TAG HEUER A 300 KM/H
Fonte: Isto É Dinheiro
"...Jean Christophe Babin, presidente da grife TAG Heuer, sorri para os fotógrafos minutos antes de apresentar a nova aposta da marca no mundo da relojoaria.
O palco é o Hotel du Castellet, charmoso membro da rede Relais & Chateau, a uma hora de Marselha, no sul da França. Os atores principais são os modelos da nova linha Grand Carrera, que demoraram dois anos e meio para sere desenvolvidos e custarão de 2,5 mil a 5 mil euros. O tempo gasto para lançar a coleção pode parecer longo. Mas a data de seu debut foi escolhida com precisão. A linha, que remete à série Carrera, criada em 1964 para ser um relógio ligado ao automobilismo, surge no momento em que o novato inglês Lewis Hamilton, o bicampeão espanhol Fernando Alonso, ambos da equipe McLaren, e o finlandês Kimi Raikkönen, da escuderia Ferrari, disputam o título de Fórmula 1 em um dos campeonatos mais concorridos dos últimos anos. O que a TAG Heuer tem a ver com isso? Além de patrocinar a equipe McLaren, os três são garotospropaganda da grife. "Você pode ter o melhor marketing do mundo, mas não dá certo se não tiver o produto certo", disse Jean Christophe Babin, o CEO da TAG Heuer, à DINHEIRO.
Ok! É necessário, como dizem os locutores de automobilismo, uma dobradinha de bom produto com excelente marketing para conquistar mercado.
Ao que parece, tem dado certo. A TAG Heuer ocupa a quarta posição entre as maiores fabricantes de relógio de luxo - fica atrás de Rolex, Cartier e Omega. Os números não são revelados pelos executivos da empresa, mas o mercado estima que o faturamento da empresa seja de 520 milhões de euros. Nada mal se comparar com a receita de 285 milhões de euros que a companhia tinha em 1999, quando foi comprada pelo grupo Louis Vuitton Moët Henessy (LVMH) por 658 milhões de euros. Grande parte desse salto nos números da TAG se deve, principalmente, à atuação de Babin no desenvolvimento de produtos e no marketing agressivo. A empresa passou a relançar relógios que fizeram história e iniciou a produção de óculos há cinco anos. Somado a isso, aumentou a sua presença em eventos esportivos..."
enviada por Dennys
30/06/2007 02:15
PERDIGÃO COMPRA MARCAS DA UNILEVER POR R$ 77 MILHÕES
Fonte: O Globo
"A Unilever e a Perdigão anunciaram um acordo no segmento de margarinas para tentar enfrentar a Sadia e a Bunge, líderes de mercado no país. Mais conhecida por sua atuação no segmento de carnes de aves e suínos, a Perdigão vai pagar R$ 77 milhões à Unilever pela compra das marcas Doriana, Delicata e Claybom e por ativos (máquinas e equipamentos) de uma fábrica da multinacional anglo-holandesa em Valinhos, no interior paulista. O pagamento será feito à vista.
As duas empresas também acertaram a criação de uma terceira companhia, com participações societárias iguais, que passará a administrar todo o processo de produção, distribuição e venda da Becel e Becel ProActiv, marcas mundiais da Unilever. A multinacional continuará responsável pelo desenvolvimento de novos produtos da linha de margarinas voltadas para a saúde cardiovascular, além dos gastos com marketing. Já a Perdigão cuidará da produção à distribuição e venda.
O acordo foi assinado na tarde da última sexta-feira, depois de cerca de seis meses de negociações. É a primeira vez que a Unilever licencia uma marca mundial sua para outra empresa. 0 mercado viu vantagens competitivas para os dois grupos. Com a venda de Doriana, Delicata e Claybom, a subsidiária brasileira da Unilever passa a concentrar seus esforços nos ramos de higiene e limpeza, que rendem dois terços do seu faturamento. Também passa a contar com a rede de distribuição da Perdigão, com mais de 85 mil clientes, para alavancar as vendas de Becel dona de 6% do mercado no país.
Já a Perdigão dá mais um passo na sua estratégia de diversificação de negócios, fugindo da excessiva dependência de exportações de carnes. Ontem, na Bolsa de Valores de São Paulo, as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Perdigão registraram ganhos de 1,42%."
enviada por Dennys
19/06/2007 18:48
MARCA PRÓPRIA GANHA MERCADO ENTRE AS PEQUENAS EMPRESAS
Fonte: O Globo
"As embalagens já não são as mesmas. É que é cada vez maior o número de varejistas que exibem o próprio logotipo nos rótulos dos produtos que vendem. Por duas razões, essa moda é boa para micro e pequenos empresários: tanto podem usar a tendência como ferramenta de marketing, reforçando a identidade, como podem se tornar fornecedores de redes de supermercados e departamentos.
Dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), por exemplo, dão uma ideia de como o consumidor tem se comportado na frente das gôndolas. O 12º Estudo Anual de Marcas Próprias, encomendado à ACNielsen, indica que 33,5% das classes A e B escolhem produtos com a marca do varejista. Na classe C, a taxa chega a 34,9%. Para os supermercados, a tendência representou, em 2006, alta de 10% nas vendas.
Rede de restaurantes fez parceria com supermercado para aumentar vendas
A coordenadora de Indústria do Comitê Abras de Marcas Próprias, Neide Montesano, conta que, no Brasil, ao contrário da Europa, os micro e pequeno empreendedores são os maiores fornecedores dessas grandes redes.
Esse crescimento mostra um amadurecimento do setor, pois os padrões de qualidade estão cada vez mais altos.
A competitividade é uma das preocupações de André Paraíso, sócio do Grupo Bazzar. Responsável pelo restaurante Bazzar, em Ipanema, e por cafés da Livraria da Travessa, este ano ele lançou a linha Especialidades Bazzar (de molhos e coberturas). Fabricados na cozinha industrial da empresa, os produtos vendem em média cinco mil unidades ao mês. Para chegar ao consumidor, Paraíso fechou parceria com a rede Zona Sul. O principal retorno do investimento de R$ 600 mil na fábrica, diz, é a consolidação da marca:
O Zona Sul oferece promoções casadas da linha Especialidades com sorvetes e carnes. Muito mais gente entra em contato com a marca Bazzar.
A rede Mundo Verde, por sua vez, lançou a linha Dr. Grão, com 24 produtos à base de cereais. As vendas dos itens já respondem por 30% de todos os tipos de cereais vendidos nas lojas, segundo o sócio-diretor Jorge Eduardo Antunes.
Os franqueados detectaram essa oportunidade. Soubemos que o cliente estava confuso, porque encontrava um tipo de cereal numa loja e em outra, não encontrava. Com uma marca, passamos a satisfazê-lo em toda a rede. E aproveitamos para reforçar a imagem.
A franqueada Patrícia Novello, dona da loja Mundo Verde que fica no Shopping Via Parque, na Barra, diz que a novidade foi bem recebida pelos clientes..."
enviada por Dennys
31/05/2007 02:27
PARA YAHOO!, INTERNET MUDOU A CARA DA PUBLICIDADE
Fonte: "O Estado de SP"
"O cartão dele diz "Embaixador plenipotenciário para a Madison Avenue", numa referência à avenida que reúne as maiores agências de publicidade de Nova York. Jerry Shereshewsky é o responsável no Yahoo! por apresentar as possibilidades da internet às agências. "Não sei como funciona a tecnologia , só como se usa", afirmou o executivo, que já ocupou a vice-presidência da Young & Rubicam, no escritório do Yahoo! em São Paulo. "Um amigo meu diz que o problema dos computadores é que eles fazem pessoas inteligentes se sentirem estúpidas".
Os anúncios online são um mercado em ebulição e os concorrentes do Yahoo! apostam alto nele. Semana passada, a Microsoft comprou a aQuantive, uma agência de publicidade pela internet, por US$ 6 bilhões. Mês passado, o Google adquiriu a DoubleClick, por US$ 3,1 bilhões. "Também estamos numa onda de compras", disse Shereshewsky. Em abril, a empresa ficou com a Right Media, por US$ 680 milhões.
Aos 62 anos, o executivo disse que, provavelmente, é o segundo mais velho do Yahoo!. "Esse é um negócio de pessoas jovens", disse. Terry Semel, presidente do Yahoo!, tem 64 anos. O embaixador conta que, há 10 anos, era pouco ouvido pelas agências. Agora a situação mudou. "Trabalhar nesta empresa é a coisa mais divertida que você pode fazer com roupa". Segundo Shereshewsky, a principal mudança que a internet trouxe à publicidade é a possibilidade de conversar com as pessoas. "Nos últimos 100 anos, o mais importante tem sido o que o anunciante diz ao consumidor. Hoje, é entender o que os consumidores dizem ao anunciante".
A internet tornou muito mais fácil medir os resultados da publicidade. É possível medir coisas como o tempo que as pessoas deixam o cursor em cima de um anúncio, quantas vezes o anúncio é clicado e quantas visitas se transformam em vendas. Neste cenário, qual é o papel da promoção da marca? "Continua a ser grande", disse o executivo. "Poucas pessoas compram carros pela internet, por exemplo, mas o meio eletrônico influência entre 75% e 80% das vendas de automóveis".
Ano passado, o Yahoo! fez uma promoção com o Doritos. Os internautas enviaram vídeos caseiros com comerciais do salgadinho. O melhor foi veiculado no comercial da Super Bowl, final do campeonato de futebol americano e espaço publicitário mais caro da TV de lá. "Cada participante provavelmente enviou um e-mail para todas as pessoas que conhecia, convidando-as a assistir seu vídeo no site da promoção", apontou Shereshewsky. "Isso sim é campanha publicitária".
enviada por Dennys
16/05/2007 13:44
LUCRO DAS AMERICANAS SOBE 400%...
Fonte: Folha Online
Páscoa mais cedo em relação a 2006 e compra da Blockbuster turbinam ganho
"Rede afirma que adaptará cerca de 90% da rede de aluguel de vídeos ao formato Americanas Express até o fim do ano
O lucro líquido das Lojas Americanas atingiu R$ 17 milhões no primeiro trimestre do ano. O valor é cerca de 400% superior ao lucro de R$ 3,4 milhões verificado no mesmo período de 2006. Entre os motivos para o crescimento, a empresa destaca as vendas da Páscoa, que teve efeitos nos negócios de março por ter ocorrido em 8 de de abril, ao contrário de 2006, quando a data foi comemorada no dia 16 de abril.
Além disso, a empresa menciona como fatores para o aumento no lucro a fusão entre a Americanas e o Submarino, que ocorreu em dezembro de 2006 e também teve impacto nos negócios. Considera também a aquisição da rede Blockbuster e suas 127 lojas em janeiro de 2007, assim como a implementação da Financeira Americanas Itaú, cujos primeiros cartões de crédito e produtos financeiros foram lançados em maio de 2006.
A companhia atingiu receita bruta de R$ 1,62 bilhão no primeiro trimestre, ante R$ 970,9 milhões no mesmo período do ano anterior, alta de 67%. A receita líquida chegou a R$ 1,2 bilhão, com alta de 64,1% frente aos R$ 734,8 milhões registrados até março de 2006.
No primeiro trimestre de 2007, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) totalizou R$ 126,1 milhões, alta de 67,9% diante dos R$ 85,6 milhões do mesmo período de 2006.
Blockbuster
As Lojas Americanas pretendem adaptar cerca de 90% das 127 unidades da Blockbuster até o fim de 2007, deixando-as com formato semelhante à rede Americanas Express - unidade mais compacta das Lojas Americanas, segundo divulgou ontem o diretor de Relações com Investidores da empresa, Roberto Martins.
"Cerca de 70% das lojas da Blockbuster possuem cerca de 400 metros quadrados, mais ou menos o mesmo tamanho das Americanas Express. Pretendemos otimizar a área de aluguel de filmes em 80 ou 100 metros quadrados e ampliar a oferta de produtos, oferecendo sortimento semelhante ao das unidades Express, com brinquedos, higiene e beleza, assim como eletroeletrônicos", disse Martins.
Os investimentos para as adaptações necessárias nas unidades da Blockbuster deve chegar a R$ 50 milhões até o fim de 2007.
Em muitos casos, segundo Martins, também é possível ampliar as lojas da Blockbuster com áreas vizinhas às unidades. "É uma questão de negociar com os locatários ou sublocatários de outras lojas vizinhas à Blockbuster", afirmou.
Ainda segundo ele, a Blockbuster será a marca de aluguéis e serviços das Lojas Americanas. "No futuro é possível, inclusive, colocar aluguel de filmes também nas Americanas Express e nas Lojas Americanas", afirmou..."
enviada por Dennys
09/05/2007 12:11
A MARCA QUE GANHOU ASAS
Fonte: Isto é Dinheiro - Carlos Sambrana
"Criado apenas em 2003 para servir como ferramenta de marketing, única e exclusivamente, de uma marca. Apresentado apenas no mês passado para os brasileiros, o campeonato Red Bull Air Race, uma competição de corrida de aviões turbo-hélice da empresa austríaca de bebidas energéticas Red Bull, levou mais de um milhão de pessoas às areias da praia de Botafogo, do Aterro do Flamengo e do Morro da Urca, no dia 21 de abril. É o recorde para um evento esportivo no Brasil bem superior às estimativas iniciais de 300 mil espectadores. A pergunta que cabe diante de tal resultado é: como a empresa conseguiu inventar e popularizar um esporte em apenas quatro anos?
PREPARO Os aviões decolavam e estacionavam em uma área militar do aeroporto Santos Dumont
É difícil respondê-la de bate pronto, mas é possível entender alguns fatores que levaram ao sucesso. A Red Bull Air Race reúne ingredientes cruciais para fazer qualquer um ficar vidrado, como adrenalina, plasticidade, competição e uma boa dose de show. Vamos à eles então. Adrenalina: o avião rasga o céu a mais de 400 km/h desviando de cones infláveis como se estivesse em uma batalha fugindo de um inimigo metralhando a sua cauda. Plasticidade: as locações escolhidas para as provas são exuberantes. Nesta última, o cenário era a Baía de Guanabara com o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor de fundo. Competição: pilotos de vários países disputam o melhor tempo sem encostar nos obstáculos e um deles torna-se campeão ao final de 12 etapas. Show: as manobras são radicais, as imagens dos aviões e dos pilotos no cockpit são mostradas em tempo real nos telões e transmitidas para mais de 80 países. Some-se a tudo isso uma organização impecável, digna de comparação ao famoso circo da Fórmula 1. Aliás, a Air Race já ganhou o apelido de a F-1 dos ares.
A logística de um evento como esse é colossal. Mais de 520 toneladas de equipamento são transportadas em quatro aviões cargueiros e ainda 30 contêineres são levados de navio de uma etapa para outra, diz Stefan Kozak, diretor-presidente da Red Bull Brasil. Mas a preparação para a prova acontece muito antes. Foi um ano de reuniões com autoridades da Aeronáutica, da Marinha, da prefeitura e de outros órgãos governamentais, diz Ricardo Gertrudes, diretor da Rio 360, a agência que organizou o evento no Rio de Janeiro. Diferentemente da Fórmula 1, esse esporte acontece na terra, no céu e no mar, diz Gertrudes. Por isso, foi necessário o envolvimento da Aeronáutica e da Infraero na questão do controle aéreo na região, permissão para usar um hangar militar no aeroporto Santos Dumont e os horários de janela dos vôos comerciais para que as pequenas e velozes aeronaves da Air Race pudessem voar. O governo do Rio entrou com toda a estrutura de trânsito para as regiões de acesso ao evento e com um aparato de 350 policiais e bombeiros. A Marinha também ajudou na retirada dos barcos nas águas da Baía de Guanabara.
CONVÍVIO As pequenas aeronaves voavam nos horários de janela dos aviões comerciais
A estrutura montada para receber a etapa da Red Bull Air Race foi minuciosamente pensada para entrar para a história dos grandes casos de marketing esportivo um setor que movimenta US$ 350 bilhões no mundo e US$ 17 bilhões no Brasil. Uso o exemplo da Red Bull nas aulas. É um caso impressionante, diz José Henrique Damiani, coordenador do MBA de Marketing Champion da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Os números envolvidos na operação também são impressionantes. Do Exterior, vieram 500 pessoas que trabalham em tempo integral na competição e se juntaram a mais 3,5 mil profissionais envolvidos na produção. Seis telões de alta definição, conectados a 30 quilômetros de fibra óptica, transmitiam o que se passava. No aeroporto, uma equipe passava o briefing de condições climáticas, ventos e maré para os pilotos. No mar, seis jet skis, seis lanchas de resgate e operações, dois rebocadores, oito balsas para sustentar os cones infláveis, 15 mergulhadores e uma balsa flutuante para o pouso de helicóptero. No Clube de Regatas Botafogo, a organização instalou uma central de escritórios com 40 contêineres. Sem contar a área de imprensa com estrutura para 200 jornalistas, uma estação de vídeo com capacidade de edição de uma emissora e uma torre de controle para monitorar os tempos dos concorrentes. Estimativas conservadoras apontam que nos dias de prova, entre montagem, consumo e turismo, o evento tenha movimentado R$ 25 milhões. Isso é pouco diante do retorno que a marca alcança.
O energético da Red Bull não tem nada de especial, algo que a concorrência não consiga atingir. O coração do negócio, cujo faturamento gira em torno de 2,1 bilhões de euros, bate ao redor do marketing. Eles são extremamente agressivos. O marketing é a nossa principal matéria-prima, sem esquecer do produto certo, que é a pré-condição para ele, disse Dietrich Mateschitz, o dono da Red Bull, em uma entrevista exclusiva publicada por DINHEIRO no ano passado. É uma estratégia que está dando certo e tem conquistado a simpatia de novos clientes. A Red Bull provou ser líder ao criar um esporte, diz Eduardo Tomiya, diretor da BrandAnalytics, consultoria especializada em avaliação de marcas. Até quem não é usuário dos seus produtos passou a admirá-la. E empresas consagradas também procuram agregar a imagem de inovação às suas marcas ao se aliar com a Red Bull. Na Air Race, por exemplo, as montadoras Audi e Seat e a fabricante de relógios Breitling são as patrocinadoras mundiais. A prova de que é um bom negócio está aí. Em uma tarde de um sábado ensolarado, a Air Race conseguiu fazer um milhão de pessoas, número maior do que o apresentado no réveillon, esquecer a praia para ver os aviões passarem..."
enviada por Dennys
02/05/2007 03:31
EU VI ESTA SEMANA NA VEJA:
A NÚMERO UM DO MUNDO
Por: Duda Teixeira.
"A Toyota foi protagonista de duas revoluções em menos de vinte anos. Na primeira, no início dos anos 90, seus métodos de trabalho revolucionaram em escala mundial o conceito de produção. A segunda na semana passada. Revirou a ordem estabelecida no mundo das grandes corporações. De janeiro a março a empresa Japonesa vendeu 2,35 milhões de veículos, enquanto a General Motors, lider entre os fabricantes de automotores desde 1931, só chegou aos 2,26 milhões..."
OFERTA DO DIA
Por: Cintia Borsato.
"Vender muito para vender por menos. Com este slogan, o americano Michael Kullen inaugurou em 1930 o King Kullen, o precursor dos supermercados atuais..." "Esse mesmo pricípio está na raiz do sucesso do Wal-Mart. O grupo americano levou ao extremo a obsessão pelos ganhos de produtividade..." "Aonde quer que o Wal-Mart chegue, a concorrência sente o impacto. No Brasil não tem sido diferente..." "No fim de 2006 , a rede americana já aperecia em segundo lugar no ranking dos maiores grupos varegistas do pais, atrás apenas do Pão de Açucar. Na semana passada, o Carrefour, que caíra para terceiro, decidiu contra-atacar. Os franceses acertaram a compra da rede Atacadão, por 2,2 bilhões de reais, e deverão recuperar a liderança que havia sido perdida em 2000 para o Pão de Açucar..."
E SABEMOS QUE ISTO É SÓ O COMEÇO, PARA TODA AÇÃO EXISTE UMA REAÇÃO, PRINCIPALMENTE EM UM MERCADO GLOBALIZADO COMO O QUE VIVEMOS...
enviada por Dennys
25/04/2007 01:58
Carrefour compra a rede atacadão por R$=2,2 Bilhões, realizando o maior negócio da história do setor e assume a liderança no varejo do pais. E quem acha que as aquisições e fusões no setor irão parar?
Esta... já estava anunciada:
INVESTIDOR ARGENTINO COMPRA 1.600 RESTAURANTES DO MCDONALDS NA AMÉRICA LATINA
Fonte: Exame
"O McDonalds informou hoje que assinou uma carta-acordo para a venda de 1.600 restaurantes da rede de fast food na América Latina e Caribe para um grupo liderado pelo investidor argentino Woods Staton. A Gávea Investimentos, fundada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, também faz parte do consórcio, segundo informou o diretor financeiro da rede de fast food, Matt Paul, durante conferência com analistas realizada nesta sexta-feira (20/4). O preço do negócio alcança 700 milhões de dólares e inclui a licença da marca por 20 anos. Staton, que já presidia as operações do McDonalds na Argentina e supervisionava as operações no Uruguai, Chile e Paraguai, agora passa a controlar também lojas em países como Brasil e México.
"Woods é um empresário de respeito na América Latina, e é nosso parceiro há mais de 20 anos", afirmou Paul. Segundo o executivo, a experiência acumulada pelo argentino permitirá o fortalecimento da marca na região. "Para nossos clientes, a venda dará condições para que o McDonalds os atenda de modo mais rápido e eficiente, com uma atuação focada nas demanda locais.
O McDonalds havia anunciado, em setembro do ano passado, a intenção de vender as lojas próprias no Brasil e em outros cerca de 15 países considerados por acionistas da matriz menos lucrativos que os Estados Unidos ou a União Européia, por exemplo. No total, o plano inclui a venda de 2.300 lojas. No Brasil, diversos investidores, entre eles o empresário Abílio Diniz (do Pão de Açúcar), foram sondados. O fundo de investimentos GP, o banco Pactual e o fundo americano Capital Group também mostraram interesse pelo negócio
A saída da América Latina faz parte de uma política mundial do McDonalds..."
enviada por Dennys
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?) |