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11/07/2007 18:51
TAG HEUER A 300 KM/H
Fonte: Isto É Dinheiro

"...Jean Christophe Babin, presidente da grife TAG Heuer, sorri para os fotógrafos minutos antes de apresentar a nova aposta da marca no mundo da relojoaria.

O palco é o Hotel du Castellet, charmoso membro da rede Relais & Chateau, a uma hora de Marselha, no sul da França. Os atores principais são os modelos da nova linha Grand Carrera, que demoraram dois anos e meio para sere desenvolvidos e custarão de 2,5 mil a 5 mil euros. O tempo gasto para lançar a coleção pode parecer longo. Mas a data de seu debut foi escolhida com precisão. A linha, que remete à série Carrera, criada em 1964 para ser um relógio ligado ao automobilismo, surge no momento em que o novato inglês Lewis Hamilton, o bicampeão espanhol Fernando Alonso, ambos da equipe McLaren, e o finlandês Kimi Raikkönen, da escuderia Ferrari, disputam o título de Fórmula 1 em um dos campeonatos mais concorridos dos últimos anos. O que a TAG Heuer tem a ver com isso? Além de patrocinar a equipe McLaren, os três são garotospropaganda da grife. "Você pode ter o melhor marketing do mundo, mas não dá certo se não tiver o produto certo", disse Jean Christophe Babin, o CEO da TAG Heuer, à DINHEIRO.

Ok! É necessário, como dizem os locutores de automobilismo, uma dobradinha de bom produto com excelente marketing para conquistar mercado.

Ao que parece, tem dado certo. A TAG Heuer ocupa a quarta posição entre as maiores fabricantes de relógio de luxo - fica atrás de Rolex, Cartier e Omega. Os números não são revelados pelos executivos da empresa, mas o mercado estima que o faturamento da empresa seja de 520 milhões de euros. Nada mal se comparar com a receita de 285 milhões de euros que a companhia tinha em 1999, quando foi comprada pelo grupo Louis Vuitton Moët Henessy (LVMH) por 658 milhões de euros. Grande parte desse salto nos números da TAG se deve, principalmente, à atuação de Babin no desenvolvimento de produtos e no marketing agressivo. A empresa passou a relançar relógios que fizeram história e iniciou a produção de óculos há cinco anos. Somado a isso, aumentou a sua presença em eventos esportivos..."



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30/06/2007 02:15
PERDIGÃO COMPRA MARCAS DA UNILEVER POR R$ 77 MILHÕES
Fonte: O Globo

"A Unilever e a Per­digão anunciaram um acordo no segmento de margarinas para tentar enfrentar a Sadia e a Bunge, líderes de mercado no país. Mais conhecida por sua atuação no segmento de carnes de aves e suínos, a Per­digão vai pagar R$ 77 milhões à Unilever pela compra das mar­cas Doriana, Delicata e Claybom e por ativos (máquinas e equi­pamentos) de uma fábrica da multinacional anglo-holandesa em Valinhos, no interior paulista. O pagamento será feito à vista.

As duas empresas também acertaram a criação de uma ter­ceira companhia, com partici­pações societárias iguais, que passará a administrar todo o processo de produção, distri­buição e venda da Becel e Becel ProActiv, marcas mundiais da Unilever. A multinacional con­tinuará responsável pelo desen­volvimento de novos produtos da linha de margarinas voltadas para a saúde cardiovascular, além dos gastos com marketing. Já a Perdigão cuidará da pro­dução à distribuição e venda.

O acordo foi assinado na tarde da última sexta-feira, depois de cerca de seis meses de negociações. É a primeira vez que a Unilever licencia uma marca mundial sua para outra empre­sa. 0 mercado viu vantagens competitivas para os dois gru­pos. Com a venda de Doriana, Delicata e Claybom, a subsidiá­ria brasileira da Unilever passa a concentrar seus esforços nos ramos de higiene e limpeza, que rendem dois terços do seu faturamento. Também passa a contar com a rede de distri­buição da Perdigão, com mais de 85 mil clientes, para alavancar as vendas de Becel — dona de 6% do mercado no país.

Já a Perdigão dá mais um passo na sua estratégia de di­versificação de negócios, fugin­do da excessiva dependência de exportações de carnes. Ontem, na Bolsa de Valores de São Pau­lo, as ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Perdigão re­gistraram ganhos de 1,42%."





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19/06/2007 18:48
MARCA PRÓPRIA GANHA MERCADO ENTRE AS PEQUENAS EMPRESAS
Fonte: O Globo

"As embalagens já não são as mes­mas. É que é cada vez maior o nú­mero de varejistas que exibem o próprio logotipo nos rótulos dos produtos que vendem. Por duas razões, essa moda é boa para micro e pequenos empresários: tanto podem usar a ten­dência como ferramenta de marketing, reforçando a identidade, como podem se tornar fornecedores de redes de su­permercados e departamentos.

Dados da Associação Brasileira de Su­permercados (Abras), por exemplo, dão uma ideia de como o consumidor tem se comportado na frente das gôndolas. O 12º Estudo Anual de Marcas Próprias, encomendado à ACNielsen, indica que 33,5% das classes A e B escolhem pro­dutos com a marca do varejista. Na clas­se C, a taxa chega a 34,9%. Para os su­permercados, a tendência representou, em 2006, alta de 10% nas vendas.

Rede de restaurantes fez parceria com supermercado para aumentar vendas

A coordenadora de Indústria do Co­mitê Abras de Marcas Próprias, Neide Montesano, conta que, no Brasil, ao contrário da Europa, os micro e peque­no empreendedores são os maiores for­necedores dessas grandes redes.

— Esse crescimento mostra um ama­durecimento do setor, pois os padrões de qualidade estão cada vez mais altos.

A competitividade é uma das preocu­pações de André Paraíso, sócio do Grupo Bazzar. Responsável pelo restaurante Bazzar, em Ipanema, e por cafés da Livraria da Travessa, este ano ele lançou a linha Especialidades Bazzar (de molhos e co­berturas). Fabricados na cozinha indus­trial da empresa, os produtos vendem em média cinco mil unidades ao mês. Para chegar ao consumidor, Paraíso fechou parceria com a rede Zona Sul. O principal retorno do investimento de R$ 600 mil na fábrica, diz, é a consolidação da marca:

— O Zona Sul oferece promoções ca­sadas da linha Especialidades com sor­vetes e carnes. Muito mais gente entra em contato com a marca Bazzar.

A rede Mundo Verde, por sua vez, lan­çou a linha Dr. Grão, com 24 produtos à base de cereais. As vendas dos itens já respondem por 30% de todos os tipos de cereais vendidos nas lojas, segundo o sócio-diretor Jorge Eduardo Antunes.

— Os franqueados detectaram essa oportunidade. Soubemos que o cliente estava confuso, porque encontrava um tipo de cereal numa loja e em outra, não encontrava. Com uma marca, passamos a satisfazê-lo em toda a rede. E aprovei­tamos para reforçar a imagem.

A franqueada Patrícia Novello, dona da loja Mundo Verde que fica no Shopping Via Parque, na Barra, diz que a no­vidade foi bem recebida pelos clientes..."

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31/05/2007 02:27
PARA YAHOO!, INTERNET MUDOU A CARA DA PUBLICIDADE
Fonte: "O Estado de SP"

"O cartão dele diz "Embaixador plenipotenciário para a Madison Avenue", numa referência à avenida que reúne as maiores agências de publicidade de Nova York. Jerry Shereshewsky é o responsável no Yahoo! por apresentar as possibilidades da internet às agências. "Não sei como funciona a tecnologia , só como se usa", afirmou o executivo, que já ocupou a vice-presidência da Young & Rubicam, no escritório do Yahoo! em São Paulo. "Um amigo meu diz que o problema dos computadores é que eles fazem pessoas inteligentes se sentirem estúpidas".

Os anúncios online são um mercado em ebulição e os concorrentes do Yahoo! apostam alto nele. Semana passada, a Microsoft comprou a aQuantive, uma agência de publicidade pela internet, por US$ 6 bilhões. Mês passado, o Google adquiriu a DoubleClick, por US$ 3,1 bilhões. "Também estamos numa onda de compras", disse Shereshewsky. Em abril, a empresa ficou com a Right Media, por US$ 680 milhões.

Aos 62 anos, o executivo disse que, provavelmente, é o segundo mais velho do Yahoo!. "Esse é um negócio de pessoas jovens", disse. Terry Semel, presidente do Yahoo!, tem 64 anos. O embaixador conta que, há 10 anos, era pouco ouvido pelas agências. Agora a situação mudou. "Trabalhar nesta empresa é a coisa mais divertida que você pode fazer com roupa". Segundo Shereshewsky, a principal mudança que a internet trouxe à publicidade é a possibilidade de conversar com as pessoas. "Nos últimos 100 anos, o mais importante tem sido o que o anunciante diz ao consumidor. Hoje, é entender o que os consumidores dizem ao anunciante".

A internet tornou muito mais fácil medir os resultados da publicidade. É possível medir coisas como o tempo que as pessoas deixam o cursor em cima de um anúncio, quantas vezes o anúncio é clicado e quantas visitas se transformam em vendas. Neste cenário, qual é o papel da promoção da marca? "Continua a ser grande", disse o executivo. "Poucas pessoas compram carros pela internet, por exemplo, mas o meio eletrônico influência entre 75% e 80% das vendas de automóveis".

Ano passado, o Yahoo! fez uma promoção com o Doritos. Os internautas enviaram vídeos caseiros com comerciais do salgadinho. O melhor foi veiculado no comercial da Super Bowl, final do campeonato de futebol americano e espaço publicitário mais caro da TV de lá. "Cada participante provavelmente enviou um e-mail para todas as pessoas que conhecia, convidando-as a assistir seu vídeo no site da promoção", apontou Shereshewsky. "Isso sim é campanha publicitária".



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16/05/2007 13:44
LUCRO DAS AMERICANAS SOBE 400%...
Fonte: Folha Online

Páscoa mais cedo em relação a 2006 e compra da Blockbuster turbinam ganho

"Rede afirma que adaptará cerca de 90% da rede de aluguel de vídeos ao formato Americanas Express até o fim do ano

O lucro líquido das Lojas Americanas atingiu R$ 17 milhões no primeiro trimestre do ano. O valor é cerca de 400% superior ao lucro de R$ 3,4 milhões verificado no mesmo período de 2006. Entre os motivos para o crescimento, a empresa destaca as vendas da Páscoa, que teve efeitos nos negócios de março por ter ocorrido em 8 de de abril, ao contrário de 2006, quando a data foi comemorada no dia 16 de abril.

Além disso, a empresa menciona como fatores para o aumento no lucro a fusão entre a Americanas e o Submarino, que ocorreu em dezembro de 2006 e também teve impacto nos negócios. Considera também a aquisição da rede Blockbuster e suas 127 lojas em janeiro de 2007, assim como a implementação da Financeira Americanas Itaú, cujos primeiros cartões de crédito e produtos financeiros foram lançados em maio de 2006.

A companhia atingiu receita bruta de R$ 1,62 bilhão no primeiro trimestre, ante R$ 970,9 milhões no mesmo período do ano anterior, alta de 67%. A receita líquida chegou a R$ 1,2 bilhão, com alta de 64,1% frente aos R$ 734,8 milhões registrados até março de 2006.

No primeiro trimestre de 2007, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) totalizou R$ 126,1 milhões, alta de 67,9% diante dos R$ 85,6 milhões do mesmo período de 2006.

Blockbuster

As Lojas Americanas pretendem adaptar cerca de 90% das 127 unidades da Blockbuster até o fim de 2007, deixando-as com formato semelhante à rede Americanas Express - unidade mais compacta das Lojas Americanas, segundo divulgou ontem o diretor de Relações com Investidores da empresa, Roberto Martins.

"Cerca de 70% das lojas da Blockbuster possuem cerca de 400 metros quadrados, mais ou menos o mesmo tamanho das Americanas Express. Pretendemos otimizar a área de aluguel de filmes em 80 ou 100 metros quadrados e ampliar a oferta de produtos, oferecendo sortimento semelhante ao das unidades Express, com brinquedos, higiene e beleza, assim como eletroeletrônicos", disse Martins.
Os investimentos para as adaptações necessárias nas unidades da Blockbuster deve chegar a R$ 50 milhões até o fim de 2007.

Em muitos casos, segundo Martins, também é possível ampliar as lojas da Blockbuster com áreas vizinhas às unidades. "É uma questão de negociar com os locatários ou sublocatários de outras lojas vizinhas à Blockbuster", afirmou.

Ainda segundo ele, a Blockbuster será a marca de aluguéis e serviços das Lojas Americanas. "No futuro é possível, inclusive, colocar aluguel de filmes também nas Americanas Express e nas Lojas Americanas", afirmou..."


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09/05/2007 12:11
A MARCA QUE GANHOU ASAS
Fonte: Isto é Dinheiro - Carlos Sambrana

"Criado apenas em 2003 para servir como ferramenta de marketing, única e exclusivamente, de uma marca. Apresentado apenas no mês passado para os brasileiros, o campeonato Red Bull Air Race, uma competição de corrida de aviões turbo-hélice da empresa austríaca de bebidas energéticas Red Bull, levou mais de um milhão de pessoas às areias da praia de Botafogo, do Aterro do Flamengo e do Morro da Urca, no dia 21 de abril. É o recorde para um evento esportivo no Brasil – bem superior às estimativas iniciais de 300 mil espectadores. A pergunta que cabe diante de tal resultado é: como a empresa conseguiu inventar e popularizar um esporte em apenas quatro anos?

PREPARO Os aviões decolavam e estacionavam em uma área militar do aeroporto Santos Dumont
É difícil respondê-la de bate pronto, mas é possível entender alguns fatores que levaram ao sucesso. A Red Bull Air Race reúne ingredientes cruciais para fazer qualquer um ficar vidrado, como adrenalina, plasticidade, competição e uma boa dose de show. Vamos à eles então. Adrenalina: o avião rasga o céu a mais de 400 km/h desviando de cones infláveis como se estivesse em uma batalha fugindo de um inimigo metralhando a sua cauda. Plasticidade: as locações escolhidas para as provas são exuberantes. Nesta última, o cenário era a Baía de Guanabara com o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor de fundo. Competição: pilotos de vários países disputam o melhor tempo sem encostar nos obstáculos e um deles torna-se campeão ao final de 12 etapas. Show: as manobras são radicais, as imagens dos aviões e dos pilotos no cockpit são mostradas em tempo real nos telões e transmitidas para mais de 80 países. Some-se a tudo isso uma organização impecável, digna de comparação ao famoso circo da Fórmula 1. Aliás, a Air Race já ganhou o apelido de “a F-1 dos ares”.

A logística de um evento como esse é colossal. “Mais de 520 toneladas de equipamento são transportadas em quatro aviões cargueiros e ainda 30 contêineres são levados de navio de uma etapa para outra”, diz Stefan Kozak, diretor-presidente da Red Bull Brasil. Mas a preparação para a prova acontece muito antes. “Foi um ano de reuniões com autoridades da Aeronáutica, da Marinha, da prefeitura e de outros órgãos governamentais”, diz Ricardo Gertrudes, diretor da Rio 360, a agência que organizou o evento no Rio de Janeiro. “Diferentemente da Fórmula 1, esse esporte acontece na terra, no céu e no mar”, diz Gertrudes. Por isso, foi necessário o envolvimento da Aeronáutica e da Infraero na questão do controle aéreo na região, permissão para usar um hangar militar no aeroporto Santos Dumont e os horários de janela dos vôos comerciais para que as pequenas e velozes aeronaves da Air Race pudessem voar. O governo do Rio entrou com toda a estrutura de trânsito para as regiões de acesso ao evento e com um aparato de 350 policiais e bombeiros. A Marinha também ajudou na retirada dos barcos nas águas da Baía de Guanabara.

CONVÍVIO As pequenas aeronaves voavam nos horários de janela dos aviões comerciais

A estrutura montada para receber a etapa da Red Bull Air Race foi minuciosamente pensada para entrar para a história dos grandes casos de marketing esportivo – um setor que movimenta US$ 350 bilhões no mundo e US$ 17 bilhões no Brasil. “Uso o exemplo da Red Bull nas aulas. É um caso impressionante”, diz José Henrique Damiani, coordenador do MBA de Marketing Champion da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Os números envolvidos na operação também são impressionantes. Do Exterior, vieram 500 pessoas que trabalham em tempo integral na competição e se juntaram a mais 3,5 mil profissionais envolvidos na produção. Seis telões de alta definição, conectados a 30 quilômetros de fibra óptica, transmitiam o que se passava. No aeroporto, uma equipe passava o briefing de condições climáticas, ventos e maré para os pilotos. No mar, seis jet skis, seis lanchas de resgate e operações, dois rebocadores, oito balsas para sustentar os cones infláveis, 15 mergulhadores e uma balsa flutuante para o pouso de helicóptero. No Clube de Regatas Botafogo, a organização instalou uma central de escritórios com 40 contêineres. Sem contar a área de imprensa com estrutura para 200 jornalistas, uma estação de vídeo com capacidade de edição de uma emissora e uma torre de controle para monitorar os tempos dos concorrentes. Estimativas conservadoras apontam que nos dias de prova, entre montagem, consumo e turismo, o evento tenha movimentado R$ 25 milhões. Isso é pouco diante do retorno que a marca alcança.

O energético da Red Bull não tem nada de especial, algo que a concorrência não consiga atingir. O coração do negócio, cujo faturamento gira em torno de 2,1 bilhões de euros, bate ao redor do marketing. Eles são extremamente agressivos. “O marketing é a nossa principal matéria-prima, sem esquecer do produto certo, que é a pré-condição para ele”, disse Dietrich Mateschitz, o dono da Red Bull, em uma entrevista exclusiva publicada por DINHEIRO no ano passado. É uma estratégia que está dando certo e tem conquistado a simpatia de novos clientes. “A Red Bull provou ser líder ao criar um esporte”, diz Eduardo Tomiya, diretor da BrandAnalytics, consultoria especializada em avaliação de marcas. “Até quem não é usuário dos seus produtos passou a admirá-la.” E empresas consagradas também procuram agregar a imagem de inovação às suas marcas ao se aliar com a Red Bull. Na Air Race, por exemplo, as montadoras Audi e Seat e a fabricante de relógios Breitling são as patrocinadoras mundiais. A prova de que é um bom negócio está aí. Em uma tarde de um sábado ensolarado, a Air Race conseguiu fazer um milhão de pessoas, número maior do que o apresentado no réveillon, esquecer a praia para ver os aviões passarem..."

enviada por Dennys



02/05/2007 03:31

EU VI ESTA SEMANA NA VEJA:

A NÚMERO UM DO MUNDO

Por: Duda Teixeira.
"A Toyota foi protagonista de duas revoluções em menos de vinte anos. Na primeira, no início dos anos 90, seus métodos de trabalho revolucionaram em escala mundial o conceito de produção. A segunda na semana passada. Revirou a ordem estabelecida no mundo das grandes corporações. De janeiro a março a empresa Japonesa vendeu 2,35 milhões de veículos, enquanto a General Motors, lider entre os fabricantes de automotores desde 1931, só chegou aos 2,26 milhões..."

OFERTA DO DIA
Por: Cintia Borsato.
"Vender muito para vender por menos. Com este slogan, o americano Michael Kullen inaugurou em 1930 o King Kullen, o precursor dos supermercados atuais..." "Esse mesmo pricípio está na raiz do sucesso do Wal-Mart. O grupo americano levou ao extremo a obsessão pelos ganhos de produtividade..." "Aonde quer que o Wal-Mart chegue, a concorrência sente o impacto. No Brasil não tem sido diferente..." "No fim de 2006 , a rede americana já aperecia em segundo lugar no ranking dos maiores grupos varegistas do pais, atrás apenas do Pão de Açucar. Na semana passada, o Carrefour, que caíra para terceiro, decidiu contra-atacar. Os franceses acertaram a compra da rede Atacadão, por 2,2 bilhões de reais, e deverão recuperar a liderança que havia sido perdida em 2000 para o Pão de Açucar..."

E SABEMOS QUE ISTO É SÓ O COMEÇO, PARA TODA AÇÃO EXISTE UMA REAÇÃO, PRINCIPALMENTE EM UM MERCADO GLOBALIZADO COMO O QUE VIVEMOS...


enviada por Dennys



25/04/2007 01:58
Carrefour compra a rede atacadão por R$=2,2 Bilhões, realizando o maior negócio da história do setor e assume a liderança no varejo do pais. E quem acha que as aquisições e fusões no setor irão parar?

Esta... já estava anunciada:
INVESTIDOR ARGENTINO COMPRA 1.600 RESTAURANTES DO MCDONALD’S NA AMÉRICA LATINA

Fonte: Exame

"O McDonald’s informou hoje que assinou uma carta-acordo para a venda de 1.600 restaurantes da rede de fast food na América Latina e Caribe para um grupo liderado pelo investidor argentino Woods Staton. A Gávea Investimentos, fundada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, também faz parte do consórcio, segundo informou o diretor financeiro da rede de fast food, Matt Paul, durante conferência com analistas realizada nesta sexta-feira (20/4). O preço do negócio alcança 700 milhões de dólares e inclui a licença da marca por 20 anos. Staton, que já presidia as operações do McDonald’s na Argentina e supervisionava as operações no Uruguai, Chile e Paraguai, agora passa a controlar também lojas em países como Brasil e México.

"Woods é um empresário de respeito na América Latina, e é nosso parceiro há mais de 20 anos", afirmou Paul. Segundo o executivo, a experiência acumulada pelo argentino permitirá o fortalecimento da marca na região. "Para nossos clientes, a venda dará condições para que o McDonald’s os atenda de modo mais rápido e eficiente, com uma atuação focada nas demanda locais.

O McDonald’s havia anunciado, em setembro do ano passado, a intenção de vender as lojas próprias no Brasil e em outros cerca de 15 países considerados por acionistas da matriz menos lucrativos que os Estados Unidos ou a União Européia, por exemplo. No total, o plano inclui a venda de 2.300 lojas. No Brasil, diversos investidores, entre eles o empresário Abílio Diniz (do Pão de Açúcar), foram sondados. O fundo de investimentos GP, o banco Pactual e o fundo americano Capital Group também mostraram interesse pelo negócio

A saída da América Latina faz parte de uma política mundial do McDonald’s..."


enviada por Dennys






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